• 20 de fevereiro de 2024

Centrais sindicais definem ato nacional em defesa dos trabalhadores da Americanas

 Centrais sindicais definem ato nacional em defesa dos trabalhadores da Americanas

Em reunião entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio, CNTC, e as centrais sindicais, ficou definida a realização de um ato nacional no próximo dia 3 de fevereiro, às 10h, em frente a sede da Americanas, no Rio de Janeiro. O protesto visa mostrar a preocupação dos trabalhadores e trabalhadoras sobre a situação da empresa e cobrar garantia dos empregos e direitos dos mais de 44 mil trabalhadores da Americanas espalhados pelo território nacional. Aqui no RS são mais de 1.200 trabalhadores.


Além da realização do protesto, os dirigentes sindicais avaliaram um conjunto de ações unitárias propostas pelas centrais sindicais e confederações. No próximo dia 30 de janeiro haverá uma reunião com o Ministro do Trabalho, Luis Marinho, para cobrar medidas do governo em relação a proteção dos emprego e dos trabalhadores.

AÇÃO PEDE BLOQUEIO DE 1,53 BILHÃO DE ACIONISTAS
Centrais e confederações sindicais ajuizaram uma ação civil pública nesta quarta, 25,  pedindo que a Justiça bloqueie R$ 1,53 bilhão da conta pessoal dos acionistas de referência da Americanas, os bilionários Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, como forma de garantir que as ações trabalhistas em curso contra a varejista serão pagas.
A exemplo do que os bancos fizeram nesta semana, o pedido visa desconsiderar a personalidade jurídica da Americanas, responsabilizando diretamente o trio pelo escândalo contábil.
O mecanismo excepcional é previsto em lei e consiste em ignorar a autonomia patrimonial da empresa, em caso de condutas abusivas ou fraudulentas, para que seus acionistas paguem por prejuízos com os próprios bens. O pedido de liminar foi feito junto à 8ª Vara do Trabalho de Brasília, e é assinado por oito entidades: a CUT (Central Única dos Trabalhadores), UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), FS (Força Sindical), CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores), Contracs-CUT (Confederação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços), e CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio).

A reunião foi dirigida pelo presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro e membro da CTB, Marcio Ayer. Também participaram Guiomar Vidor, que representou a CNTC e a Fecosul e Nilvo Riboldi Filho que representou o Sindicomerciários Caxias.

Comerciários

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