Sindicomerciários Caxias leva ao Ministério do Trabalho e Emprego denúncias de comerciários e comerciárias sobre rede de lojas
Na última quinta-feira, 23 de abril, o Sincicomerciários Caxias esteve reunido com Vânius Corte, auditor-fiscal do trabalho e gerente do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e representantes das Lojas Colombo, para levar denúncias apresentadas pelos comerciários e comerciárias de filias de Caxias do Sul, Flores da Cunha e São Marcos.
Entre as denúncias feitas pelos trabalhadores e trabalhadoras através dos diretores do sindicato, estão a obrigação através da gerência dos vendedores realizarem a carga e descarga de mercadorias dos caminhões – inclusive por pessoa com deficiência (PCD) e menor aprendiz; usar os PCDs e menores aprendizes para transportar produtos de uma loja para outra; uso do telefone pessoal para atividades de marketing da loja; vendas da loja; ser obrigados a baixar e instalar um aplicativo para fazer as cobranças da loja; falta de mesas e computadores para os vendedores e; fazer bater, registra, o ponto e continuar trabalhando. Também foram questionadas a delimitação de metas irreais, só para que não sejam alcançadas, pagando assim só o mínimo da categoria; atestados pagos pelo piso (e não pela média de comissões).
Nilvo Riboldi Filho, presidente do Sindicomerciários Caxias, destaca que a “intermediação do MTE, através de sua gerência, foi fundamental para levar as denúncias para os representantes da empresa, que ficaram de realizar reunião com a gerência das unidades para”. Ivanir Perrone, tesoureira da entidade, que também participou da mesa de discussão, lembra “que, todo trabalhador que tiver alguma dúvida ou denúncia, pode estar falando com os diretores dos sindicatos nas empresas, ou, falando diretamente no sindicato pelos canais de comunicação ou pessoalmente, que, sempre que verificado alguma irregularidade será buscada a resolução junto a empresa”.
No próximo dia 11 de maio, será realizada uma nova reunião apresentando a verificação e resoluções apresentadas paras as demandas dos comerciários e comerciárias.