Sindicomerciários Caxias comemora o dia dos comerciários com fechamento da convenção coletiva de lojas garantindo a manutenção dos direitos

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Este 30 de outubro, Dia do Comerciário, o Sindicomerciários Caxias além de homenagear e valorizar os trabalhadores no comércio, essenciais neste momento de pandemia, também será marcado pelo fechamento da convenção coletiva para o setor lojista, que já havia sido prorrogada, depois de meses de negociação com o sindicato patronal, Sindilojas. Com o fechamento da convenção, além da reposição salarial aos trabalhadores são garantidos e mantidos os direitos das cláusulas sociais aos trabalhadores.


Luta para não perder direitos
“Ao longo dos últimos meses o sindicato manteve incessante e difícil negociação com os sindicatos patronais para o fechamento das convenções coletivas, chegando a fechar com mercados, farmácias, peças, siderúrgicos, funerárias e, prorrogar o de lojas. Faltava o fechamento do setor lojista, que foi a mais difícil, pois nunca deixaríamos que os trabalhadores pagassem a conta da crise gerada pela pandemia e, da incapacidade do governo, perdendo direitos!”, esclarece Nilvo Riboldi Filho, presidente do Sindicomerciários Caxias.


A convenção fechada para os comerciários e comerciárias do setor lojista garantiu a reposição da inflação do período nos salários: 2,35 %. Assim o valor do piso passou para R$ 1.376. Já o piso de trabalhadores comissionados foi para R$ 1.664; período de experiência (60 dias) R$ 1.240; menores aprendizes R$ 965; triênio ficou em R$ 33,60 e, quinquênio em R$ 134,40; auxílio creche R$ 280. O pagamento das bonificações pelo trabalho aos domingos fica em R$ 70 e do trabalho em feriados R$ 138.


Para Nilvo, a vitória na manutenção das cláusulas, num ano de grande dificuldade na negociação, como o pagamento nos domingos e feriados na convenção. A proposta negociada com a patronal preserva direitos, “o que pode ser considerado como uma vitória, pois o que está na convenção a nova Lei não garante”. Nilvo acrescenta que, “ainda mais neste momento delicado, devido à incapacidade do governo resolver os problemas na economia, agravados ainda mais pela pandemia, o sindicato é a última defesa dos trabalhadores para não perder os direitos conquistados por anos de luta!”